Deidade jaguar




27 janeiro 2012

por * charlieterrell

O ritmo da pupila de teus olhos
Levou-me a uma dança frenética
Ritmada aos teus desejos desenfreados
Teu sangue movimenta meus passos
E tua boca é a fronteira entre o caos e o cosmo
Assim tua saliva me alimenta
Se não de amor
Então de ódio!
Tua imagem em preto e branco
Tatuada em minha perna
Distante do coração
Mas perto da veia
Deixou-me esquelética
Seca
Apática
Parada!
E qualquer reação exagerada
É por puro despeito
De carnaval reprimido
Dizer que Te amo
É um inconfesso desejo de amar
Não dizer
É oferecer-te minhas vísceras
E te ver sorrir de mim!  
Lilian Farias

9 comentários:

  1. lindo lindo como vc nos encanta com as suas palavras!
    Elas viram musica quando você brinca com elas...
    Parabéns amiga....

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  2. Gostei da sua poesia, minha parte favorita foi:
    "Dizer que Te amo
    É um inconfesso desejo de amar"

    Parece as velhas musicas d elegião urbana, que são poesias.

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  3. Moça, você me encantou :O

    Que lindas palavras...eu amo poesia e também escrevo. Que lindo. Me fez sorrir agora ao ler-te. Estou te seguindo. Beijos :)

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  4. Manda muito bem! 0o

    grande beijo
    satierff.blogspot.com

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  5. Que lindo esse poema tão singelo.
    Adoro poemas assim.

    Beijo
    http://marifriend.blogspot.com/
    @Storieandadvic

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  6. Olá Lilian,

    Linda poesia.

    Atenciosamente,
    R.S.Merces

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  7. Adorei sua poesia, Linda mesmo.
    parabéns por seu talento, bjus

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  8. Boa noite,

    Muito bonito esse poema, você tem muito talento, parabéns.

    Abraços.


    http://devoradordeletras.blogspot.com/

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

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