[RESENHA] A caçada




05 junho 2013
 A Caçada

Até onde devemos ir para atingir o nosso alvo? Até onde devemos ir por justiça? Um livro acelerado, dado a rapidez dos capítulos e cenas; um livro lento, dado a riqueza de detalhes. É nessa mescla de sensações distintas que me deparei com A caçada de Clive Cussler, Editora Novo Conceito, 2013.

Por décadas, Clive Cussler vem deleitando leitores com romances repletos de suspense, ação e pura audácia. Agora, ele faz isso novamente, em um dos mais loucos e estimulantes thrillers de época dos últimos anos.
O governo norte-americano contrata a renomada Agência de Detetives Van Dorn e seu agente igualmente renomado, Isaac Bell, para capturar um lendário ladrão de bancos conhecido como Assaltante Açougueiro. Este assassinara homens, mulheres e crianças, sem deixar nenhuma pista nem testemunhas. O detetive Bell lidera a busca e finalmente descobre a verdadeira identidade do Assaltante Açougueiro. E nesse momento inicia-se a verdadeira caçada. 
Com um enredo intrincado, dois vilões extraordinários e a assinatura de Cussler em reviravoltas surpreendentes, A Caçada é o trabalho de um mestre no auge de seu talento.

Isaac Bell é um agente da Agência de Detetives Van Dor, que se vê na sua maior caçada. Apesar de ser astuto, lindo, esperto e o melhor agente secreto dos Estados Unidos, ele encontra um assassino em sério, viciado por dinheiro e com ações impecáveis. Um assassino que ‘nunca’ deixa vestígios, pois todas as testemunhas dos assaltos a bancos, realizado pelo assassino açougueiro, são assassinadas. Inclusive criancinhas!
E então, depois de uma carnificina em bancos pelos EUA, Isaac entra em cena para resolver a situação, sem pistas ou noção exata de como age ele entra na primeira caçada por um pequeno deslize do assassino. E claro, que o grande agente consegue descobrir quem é o assassino, mas ele não contava com uma pessoa tão ardilosa, esperta e escorregadia.
Então se tem início uma segunda caçada, a um banqueiro milionário e cheio de amigos influentes e sua bela irmã. Lógico que não seria fácil, e no meio de tudo isso, uma bela mulher acerta o coração do nosso querido agente.
E quando Isaac acredita que seu assassino está no papo, um terremoto destrói a cidade e termos início a terceira caçada. Louco, né? Eu quase perdi o fôlego, foram tantas emoções, situações e reviravoltas que não consegui fazer mais nada, além de ler A caçada.
Se você quer saber mais um pouco desse fabuloso e recomendado livro, sugiro que corra atrás de seu exemplar.


 Por Lilian Faria

4 comentários:

  1. Parabéns pela resenha! Já li O Espião e não gostei muito. Achei a história maçante e sem desenvolvimento. No entanto, estou ansiosa para ler O Reino e A Caçada! Abraço!

    www.newsnessa.com

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  2. muito boa a resenha, gostei demais .. tenho uma curiosidade enorme em ler esse
    livro, acho meio curioso e misterioso

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  3. resenha otima, esse livro parece ser incrivel forte e marcante

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  4. Gosto de livros cheios de detalhes. Acho que me agradará!
    Sem falar que a capa é show, bem filmes antigos *--*

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

@Poesianaalma

 
Autora dos livros O Céu é Logo Ali, Mulheres Que Não Sabem Chorar e Desconectada. Em seus livros ela aborda temas como sexualidade, liberdade, amor, preconceito, gênero, violência sexual, alcoolismo, etc. A escritora mantém um blog literário e trabalha com educação.

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