Sextante: Quem é Deus afinal?, de Rob Bell‏




09 julho 2014


“Este livro se sustenta em torno de três conceitos que desencadearam em mim novas formas de pensar sobre Deus, de compreendê-lo e, mais importante ainda, de vivenciá-lo. Eles tornaram minha vida melhor, e a minha esperança é que façam o mesmo por você. 
Conosco: Para mim, Deus é a energia, o poder e a fonte de tudo o que sabemos ser a essência da vida. Quero que você entenda como essa proximidade confronta o senso comum que o coloca em algum outro lugar. Quero que você veja o perigo dessa perspectiva e enxergue Deus ao seu lado o tempo todo. 
Por nós: Deus é por todos nós, independentemente de crenças, pontos de vista, ações, falhas, erros, pecados ou opiniões. Deus deseja que cada um de nós floresça para que possamos nos tornar o melhor que podemos ser. Quero que você veja como as doutrinas que mostram Deus mal-humorado e vingativo tornam as pessoas infelizes e estressadas a tal ponto que elas acabam acreditando que Deus é realmente assim. 
Adiante de nós: Quando falo de Deus, não estou me referindo a um ser divino que ficou ultrapassado, que tenta nos arrastar de volta para uma era primitiva, pré-científica. Deus não está focado no atraso, não se opõe à razão, à liberdade nem ao progresso – ao contrário, está convidando toda a humanidade para ir em frente, em direção a experiências cada vez mais plenas de paz, amor, justiça, empatia, honestidade, compaixão e alegria. 
Quero que você enxergue que o Deus da Bíblia está adiante das pessoas, como sempre esteve. Ainda que muita gente o veja como coisa do passado, eu não penso assim, e quero que você o veja como uma realidade vital e ativa em sua vida cotidiana. 
Temos um longo caminho pela frente, mas minha expectativa é que, ao terminar este livro, você venha a dizer: 
Agora eu sei quem é Deus.”

2 comentários:

  1. Uma ota sinopse..muito interessante!

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  2. não gostei muito deste livro, achei a sinopse meio pretenciosa não me agradou

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

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