Subversus, por Janethe Fontes




19 maio 2015

Para inaugurar esta coluna, eu gostaria, primeiro, de explicá-la. Mas não é possível explicar sem contar como ela surgiu... Então, vamos a um breve histórico:
Quando a Lilian Farias me convidou para ser colunista do blogue, eu fiquei super preocupada em aceitar. Primeiro, porque não gosto de falhar com ninguém, muito menos com amigxs queridxs como a Lilian. E eu fiquei super receosa de não conseguir tempo suficiente, na correria do meu dia a dia, para elaborar os artigos.
Segundo, porque os assuntos que costumo abordar na net são bem polêmicos.
E terceiro e último, porque eu tinha, na realidade ainda tenho, a preocupação do que eu poderia trazer de relativamente novo para uma coluna mensal.

Mas, enfim, depois de aceitar o desafio, ela me pediu para verificar um nome para a minha coluna. E novamente lá fui eu pensar em algo novo (ou quase) para trazer para cá.
Depois de muito matutar, como se diz no interior, e rabiscar vários títulos, me veio um insight: Por que não um título que pudesse representar diversas vozes dentro e fora da literatura “tradicional”? E como sempre gostei do entendimento dúbio que algumas palavras têm, cheguei a palavra Subversus.
À princípio, subversus poderia ser entendido como “versos menores”, pequenos versus(?). Mas a verdade é que a palavra subversu (no singular), veio do latim e significa aquilo que subverte; que desestabiliza; que revoluciona; que mexe completamente ou faz ruir uma estrutura.
Portanto, a pessoa subversiva é aquela que prega ou executa atos visando à transformação ou derrubada da ordem estabelecida; é o ser revolucionário. Também é considerada subversiva a pessoa que se posiciona contra as formas comuns e tradicionais de pensamento, que não compartilham do ponto de vista habitual.
Nesse aspecto, podemos dizer que o ato de escrever, por si só, já foi – e em alguns casos ainda continua sendo – um ato subversivo. Então, imagine o quanto já foi – e também continua sendo – desafiador, ou seja, subversivo, uma mulher escrever?
Você pode estar pensando que as coisas não são mais assim, já que há inúmeras escritoras publicando e se “destacando” no mercado literário. Mas será que é isso mesmo? Será que o fato de ter inúmeras mulheres escrevendo significa um ‘verdadeiro’ avanço?



Bem, eu poderia responder rapidamente a essas perguntas. Porém, a intenção é trazer para cá uma série de artigos demonstrando o quanto ainda é de fato desafiador escrever e publicar no Brasil, o quanto é subversivo fazer literatura por aqui, sobretudo quando se trata de literatura feita por mulheres. Veja, não estou dizendo de literatura feita “para” mulheres, mas sim de literatura feita “por” mulheres.

Também acredito que podemos expandir um pouco mais o assunto e falar de outras artistas que subverteram a ordem de uma determinada época, de um determinado momento ou local, seja nas artes plásticas, na música, na dramaturgia... enfim, o leque é grande e eu creio que o assunto ainda irá render muito até que se esgote por completo.

E, aí, o que achou? Deixe seus comentários e sugestões. Eu vou adorar receber suas propostas.
  
Janethe Fontes é escritora e tem, atualmente, 4 livros publicados: Vítimas do Silêncio, Sentimento Fatal, Doce Perseguição e O Voo da Fênix.



56 comentários:

  1. Acredito que o preconceito de literatura brasileira seja por causa de muitos livros obrigatórios que somos obrigados a ler na adolescência, alguns com a leitura muito maçante que fazem deixar a leitura ou até mesmo "Traumatizar" novos leitores. Sou apaixonada pela literatura brasileira é afirmo que autores brasileiros não perdem para nada para autores estrangeiros. Também tem o fato do gênero que é "Coisa de menina" e "Coisa de menino" acredito que isso seja algo insignificante pois temos autoras femininas que escrevem tão bem como os homens por exemplo Agatha Christine com seus livros policiais são quase imbatíveis com os livros do Stephen King.
    Beijos ^^
    Eu e meu vício chamado Leitura

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    1. Pois é, Ingrid, há inúmeros livros brasileiros excelentes. Mas as pesquisas demonstram exatamente aquilo que os escritores e escritoras sentem, há muito tempo... Estamos muito longe de alcançar o número de vendas dos livros estrangeiros aqui no Brasil. Há exceções, claro, mas estou falando de modo geral. Pois ainda há muito preconceito com a literatura nacional, e isso se torna ainda pior quando a obra é de autoria feminina. Bjks

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  2. Olha eu tive problema com isso quando estava na escola.
    Fiquei bastante traumatizada com a literatura brasileira por conta desses livros que pedem para ler na escola por conta da linguagem que é utilizada dos autores. Isso me fez isolar. Mas depois que criei o blog e tive contato com autores nacionais minha visão mudou completamente e tenho até interesse em ler alguns clássicos para poder lembrar dos meus tempos de escola. Mas quero mesmo por conta da história, pois antes eu nem prestava muita atenção. hahahaaha

    http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2015/05/resenha-daisy-esta-na-cidade-olha-o-que.html

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    1. Linda quando tu atualizar o seu cantinho pode contar comigo que virei aqui comentar tá? Porque hoje é resenha dupla

      http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2015/05/resenha-brilho-em-busca-de-um-novo-mundo.html

      http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2015/05/resenha-seducao-morta-lenda-de.html

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    2. Eu imagino, Silvana!

      Ainda bem que a leitura conseguiu conquistar um espaço em seu coração!

      Bjs

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  3. Que escrito incrível!
    Gostei do progejo inovador e espero que a coluna seja um sucesso
    Beijinhos
    Rizia - Livroterapias

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    1. Obrigada, minha querida!

      Espero vê-la sempre por aqui.

      Até a próxima!!

      Bjs

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  4. olha, gostei dessa ideia de coluna ^^
    Super me identifico com subversão hahahaha
    vai ser interessante conhecer mais sobre mulheres que fazem literatura, bem como se expressando em outras artes :D

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    1. Legal! Mais uma subversiva!

      Uhuuuuuuuu
      (rsrs).

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  5. Olá
    adorei sua inciativa, e gostei bastante de suas palavras, e concordo com tudo rsrsrs
    Traga mais vezes essa coluna
    Bjks
    Passa Lá No Blog, Tem Resenha Nova - http://ospapa-livros.blogspot.com.br/

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  6. Seja bem vinda Janethe Fontes!!!
    Adorei o título da coluna e esse primeiro post.
    Quanto a ter "inúmeras escritoras publicando e se “destacando” no mercado" acredito que é um avanço sim, principalmente em gêneros que antes era mais comum encontrar apenas escritores homens. Leio muito livros de fantasia e policial e atualmente tem aparecido ótimas escritoras, claro que tem muito para melhor mas já é um bom sinal.

    Coração Leitor

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    1. Pois é, Jéssica!

      Nós vamos abordar com mais profundidade essas coisas nos próximos artigos.

      Bjks

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  7. Oi Janethe
    Tenho certeza de que essa coluna será sucesso.
    Como boa Subversiva que sou adorei a proposta e acompanharei de perto sempre que puder.
    Beijos

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    1. Obrigada, minha querida!!!

      Sucesso para ti também!

      Bjks

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  8. Olá
    Adorei a nova coluna no blog e claro que vou acompanhar
    Tbm adorei o nome. Adoro literatura feita por mulheres.
    Ansiosa pela próxima postagem

    http://malucaspor-romances.blogspot.com.br/

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    1. Maravilha!! Encontro marcado então, hein?
      Bjs

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  9. Parabéns!!!! Seja bem vinda e já amei sua apresentação!!!!
    Estou ansiosa para ler.... e amei o nome da sua coluna
    bjus

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  10. Oláá
    A nova coluna ficou super legal, adorei esse primeiro post e espero ver mais por aqui, muito legal a iniciativa viu?

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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    1. Que boooom! Nos veremos sempre por aqui!

      Bjs

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  11. Oi oi, como vai?
    Seja bem vinda!
    Olha, que criatividade esse nome, adorei conhecer a história dessa palavra e espero muito apreciar suas postagens, por essa apresentação já que vai incrível ♥
    Beijão!

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    1. Ahhhhhhhh, legal demais saber que tanta gente gostou do nome!!

      Até breve!

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  12. Lilian, Janethe, amei a novidade! Janethe você sabe como sou sua fã e com certeza lerei todo mês sua coluna. Seja muito bem vinda!
    Bjs, Rose.

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    1. Ah, linda! Que maravilha te encontrar por aqui!! ❤

      Até breve!!

      Bjs

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  13. Oiee Janethe ^^
    Seja bem-vinda! Adoro os seus livros, então já sei que vou adorar essa coluna, ainda mais porque já imagino os assuntos que serão abordados por aqui. Quando vejo alguém falando de literatura por mulheres, imediatamente me lembro de J.K. Rowling, e de como ela precisou usar pseudônimo para publicar HP *-* Estou bastante animada para ver mais dessa coluna por aqui ♥
    MilkMilks
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

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    1. Ahhhhhhhh, você também por aqui, Dryh?
      Que lindo reencontrar tanta gente especial!

      Até muito em breve!

      Bjs

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  14. Parabéns pela coluna e seu primeiro post, adorei o nome. Gostei da ideia, principalmente como uma pessoa em processo de transformação. Saí do armário a pouco tempo!
    Nova feminista assumida, tem que ser também uma boa subversiva....estarei sempre por aqui. Bjs

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    1. Fico imensamente feliz por saber que gostou! E super animada pela coragem com que vc tem se posicionado, Tiana!!

      Beijos

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  15. Eu acho a ideia da coluna simplesmente maravilhosa. Trabalho com autores nacionais da minha região e vivencio muito a dificuldade que eles tem de serem publicados, muitos desanimam no meio do caminho.

    http://laoliphant.com.br/

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    1. Principalmente no começo da carreira é muito desanimador mesmo, Débora! É preciso muita persistência e garra para seguir adiante. Vou tentar abordar um pouquinho disso no futuro.

      Bjs

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  16. Olá Janethe, tudo bem?
    Será um prazer ler sua coluna, como é um prazer ler o blog em geral.
    Só esse seu primeiro post já me deu muito sobre o que pensar.
    Bjs

    A. Libri

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    1. Olá, Angélica!

      Eu estou ótima! E também super feliz por perceber que a coluna agradou a tanta gente!! ☺

      Bjs

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  17. Olá Janete, que incrível está coluna. Acho que realmente não é como nós espectadores achamos que tudo acontece. Que surge hoje uma autora e que foi fácil para ela publicar ou chegar até mesmo a escrever algo sobre determinado assunto.
    Bom já que pediu uma sugestão eu tenho um questionamento ou uma pergunta não sei bem.
    Eu fui criada em uma família que a palavra sexo é mal vista e que quando passa uma cena na TV as pessoas trocam de canal inclusive eu que já sou formada e penso completamente diferente dos meus pais. Mas por incrível que pareça cresci achando falta de respeito tocar neste assunto e abordar isso de forma "normal" em uma roda de conversa entre adultos. Lógico que tudo que sei e aprendi com meus pais é que isso é errado e nada mais, ou seja , sem um porque isso é errado de ser abordado ou porque não posso saber como os bebês são feitos kkk'. Enfim, a vida me ensinou tudo que sei a respeito do assunto e também claro, mães de amigas e amigas que tinham uma criação menos ditatorial como a minha. Concluindo, a minha questão é , imagino que escrever sendo mulher já seja algo muito complicado e quando se é mulher e escreve romances eróticos como isso é tratado? Tanto para a sociedade, quando para a própria imagem da escritora ?
    Eu fico me perguntando se é normal para elas falar do assunto com todo mundo ou isso realmente só é uma válvula de escape para falar de algo que sempre tiveram vontade e nunca puderam falar com mãe, pai, familiares.
    Espero que tenha conseguido explicar o que tenho curiosidade em saber.
    Mil beijos

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    1. Olá!! Fico super feliz por saber que gostou da coluna! Espero realmente atender a tanta expectativa que meu post acabou gerando. A minha responsabilidade aumentou muito mais agora! (rsrs)

      ...Eu também tive uma educação bastante rígida e tive de lutar muuuuuito para "subtrair" muita coisa que impuseram a mim, que me fizeram acreditar... Até hoje, minha mãe não aceita muito bem minhas colocações, mas já foi muitíssimo mais difícil meu relacionamento com ela (meu pai morreu quando eu ainda era muito jovem, então, não dá nem para imaginar como seria meu relacionamento com ele... Quer dizer, até dá, mas deixa pra lá (rsrs)). Enfim, apesar de não concordar com muita coisa, hoje minha mãe aceita (dentro das limitações dela) o meu jeito e modo de pensar. Afinal, eu sempre fui uma subversiva em minha família. O troço só piorou com o tempo, com a idade. (kkkkkk)

      ...Eu também gosto de descrever cenas "quentes" em meus livros, mas não escrevo hot, por uma questão de "afinidade" literária mesmo.

      E já presenciei entrevista com amigas que escrevem livros hots e acho que o público foi até bastante "light", pois já ouvi falar de situações bastante complicadas nesse meio. Porém, eu imagino que quem quer escrever, ou já escreve, sobre isso, tem de se preparar para perguntas e situações desagradáveis, tendo em vista o tipo de sociedade que vivemos.

      Será que respondi ao seu questionamento?
      Qualquer outra coisa, fique à vontade para perguntar.

      Bjs

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  18. Olá Janethe, achei bem legal a ideia da coluna de trazer essas dificuldades de se fazer literatura no Brasil, além que gostei da forma que você chegou ao nome do quadro =)

    Visite "Meu Mundo, Meu Estilo"

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    1. Obrigada, Jéssica!

      Fico feliz por saber.

      Bjs

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  19. Oi Janethe, sua linda, tudo bem?
    Que alegria lhe encontrar por aqui!!!!
    Eu acredito que você está à altura desse desafio sim!!!!
    Que interessante, eu participei de um evento de blogueiros recentemente. Nele, uma autora que é professora, nos deu uma pequena aula sobre a evolução da n=mulher na carreira de escritora. Ela falou de nomes clássicos da nossa literatura, de mulheres que considero monstros da escrita. E para minha tristeza, sofreram muito por ter escolhido essa profissão. Ela contou brevemente sobre as dificuldades.
    Vou gostar muito de poder acompanhar sua coluna e de aprender mais.
    Parabéns!!!
    beijinhos.
    cila.
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

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    1. Ah, lindona, fiquei super feliz por saber que gostou da coluna!

      Espero encontrá-la sempre por aqui.

      Bjks

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  20. Adorei a proposta da coluna e a eleição do título. Acho que a literatura, mesmo quando clichê, pode se tornar subversiva quando – de repente – o leitor se sente incomodado, provocado ou instigado a refletir sobre sua própria vida. Nada é melhor do que um livro que vem nos desestabilizar, tirar da zona de conforto, e nos convidar a uma mudança pessoal. E não me refiro a gêneros ou a grandes nomes da literatura. Para isso, basta apenas que o livro alcance determinado leitor no tempo certo.
    Eu acho interessante pensar sobre mulheres escritoras, mas confesso que dividir autores por sexo não me soa necessário. Penso que há autores e autoras que, à sua maneira, foram responsáveis por mudanças importantes no seu contexto. É claro que, devido ao extenso histórico de machismo que a nossa cultura traz, uma mulher se tornar reconhecida na literatura era um evento, enquanto um homem era apenas uma possibilidade. Enfim, espero acompanhar sua coluna, Janethe Fontes! Admiro sua escrita e me sinto animada para conferir o que trará aos seus leitores.

    Sucesso!
    http://www.myqueenside.blogspot.com

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    1. Que bom encontrá-la por aqui, Francine!

      Olha, infelizmente, essa divisão existe, viu? Mas vamos abortar isso com mais propriedade nas próximas colunas.

      Questionar é importante, justamente, para derrubar esse e outros rótulos empregados não só na literatura, mas na arte em geral.

      Bjks

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  21. Janethe lindona que maravilha encontrar você, sua escrita é perfeita e com temas maravilhoso. Seja bem vinda a coluna, vou adorar tenho certeza traga temas que nos façam pensar e refletir e lógico temas que geram discussões saudáveis. Parabéns pela coluna . beijos


    Joyce
    www.livrosencantos.com

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    1. Nossa! Quanto tempo, hein, Joyce?

      Estou super feliz por (re)encontrar tantxs queridxs leitorxs e amigxs por aqui! ❤

      Sim, esse é o meu propósito, trazer assuntos que façam a galera refletir.

      Bjs

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  22. Oi, Janethe!
    Acompanharei sua coluna com felicidade. Mesmo que para mim o feminismo seja um assunto delicado por eu não ter uma boa visão dele (bem, tive algumas experiências ruins que justificam isso, inclusive recentemente na minha página ao ser completamente má interpretada e acusada de algo horrível que eu nunca disse ou defendi por feministas), eu espero que você me faça mudar de ideia. Adorei o nome da coluna, adorei a explicação que você deu. E que venha mais literatura não feita para mulheres, mas escrita por cada uma de nós!
    Com carinho,
    Celly.

    Me Livrando || Livre-se você também!

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    1. Olá, Celly!!

      Muito obrigada pelo carinho!

      Sobre o feminismo... Olha. eu lamento muito que a sua experiência tenha sido ruim. Mas no feminismo, assim como em qualquer outro lugar (movimentos, grupos, partidos, etc), você encontra "alas radicais". Só que isso não representa o todo, viu? Lembrando que o feminismo é um movimento que está em constante construção/transformação; então, é normal que alas mais radicais se instalem. embora isso não seja nada legal.

      De qualquer forma, a intenção é abordar os assuntos com "leveza", de forma mais técnica possível, sem que isso impeça de dar a minha opinião sobre o assunto.

      Beijos e até breve!!

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  23. Hey, tudo bem?

    Adorei a escolha do nome dessa sua nova coluna semanal. Só ele já siginifica tanto, ne. Espero que cada post traga discussões e pensamentos cada vez mais profundos e que faça as pessoas realmente refletir.

    Beijos,
    Dois Dedos de Prosa

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    1. Hey, Gabby!

      Tudo joia! E você?

      Fico feliz que tenha gostado do título!! ☺

      Até mais!

      Bjs

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  24. Hoje em dia, e antes também, a literatura nacional é muito difícil de ser aceita pelo público, principalmente os clássicos, pois há muito preconceito e também uma certa obrigatoriedade, em relação aos clássicos, e acho que é por isso que os leitores não dão uma chance, talvez se mudasse essa forma de ver a leitura, pois nas escolas, faculdades, só querem falar da literatura clássica e não de novos livros, bom, gostei muito da proposta da nova coluna e seja bem-vinda!!

    Abraços e até!!

    lendoferozmente.blogspot.com.br

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    1. Olá, Luan!

      Olha, eu acho que os clássicos têm a sua importância e, por isso, precisa ser adotado pelas escolas. O problema é que tudo o que vira obrigação, consequentemente, acaba não sendo prazeroso. E ler devia ser um prazer sempre. Alguns livros clássicos também são impostos numa idade em que a criança ou jovem adolescente não está "preparado" para a história. Então, acho que o assunto deveria ser repensado quanto à sua eficiência.

      Lembro que alguns livros que li na minha pré-adolescência foram bastante enfadonhos. E só depois de adulta, ao reler, compreendi e gostei da história.

      Abraços e até!

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  25. Oi,
    Primeiramente seja bem vinda, que sua coluna seja repleta de sucesso, assim como o blog.
    Eu gosto de artigos, acredito que aqui vamos encontrar grandiosos temas sobre feminismo.
    Gostei realmente da ideia e quero acompanha.
    Beijos



    Mari - Stories And Advice

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    1. Obrigada pela recepção, Mari!

      Seja muitíssimo bem-vinda também!!

      Beijos e até breve.

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  26. Olá Janethe, tudo bem?

    Que arraso a sua coluna. Adorei!!!
    E que tema para estrear, heim? Muito bem escolhido! Que venham muitos mais "Subversos". Vou tentar acompanhar sua coluna, sucesso!
    Beijo!
    Livros & Tal [ http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/ ]

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    Respostas
    1. Obrigada, Ana Luz!!

      Fiquei realmente super feliz por saber que tanta gente gostou na nova coluna!

      Beijos para ti também!

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  27. Oi, Janethe!
    Parabéns pela coluna. E que estreia poderosa, hein?
    Acho super importante discutir temas como este. Já no aguardo pelos novos posts.
    Sucesso!

    João Victor - Amigo do Livro
    http://amigodolivro.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Obaaaaaaaaaaaaa!!

      Então, temos um encontro marcado para muito em breve, João Victor.

      Espero por você!

      Bjs

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  28. Janethe que legal lhe encontrar por aqui. Abraços.

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

@Poesianaalma

 
Autora dos livros O Céu é Logo Ali, Mulheres Que Não Sabem Chorar e Desconectada. Em seus livros ela aborda temas como sexualidade, liberdade, amor, preconceito, gênero, violência sexual, alcoolismo, etc. A escritora mantém um blog literário e trabalha com educação.

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