Resenha "Perdido em Marte"‏




25 setembro 2015


Puro entretenimento em terras marcianas

Aqui está uma história que reúne três elementos que levam pessoas às salas de cinema: humor, ação e aventura. "Perdido em Marte" ("The Martian", EUA, 2015) acaba de virar filme e, subvertendo todo o estigma das adaptações de livros, neste caso o pupilo conseguiu superar o mestre. O que não foi difícil, já que bastava cortarem todo o excesso de siglas, informações técnicas e cálculos entendiantes, que os efeitos visuais em 3D com certeza dariam contam do resto.


Mark Watney é um cara de bom humor. Isto é inegável, mesmo que suas piadas não agradem em 100% do tempo. Mas quando o assunto é sorte, muita gente pode duvidar até de que ele tenha alguma porcentagem. Tripulante de uma missão de exploração a Marte, Watney é abandonado no planeta após um grave acidente. Enquanto a notícia de sua suposta morte causa alarde na Terra, ele sobrevive com seus dotes de botânico e engenheiro no planeta inóspito. E pronto.
Se fosse uma obra mais profunda, "Perdido em Marte" seria do tipo que aborda "a solidão do ser humano e seu encontro consigo mesmo", essas coisas do tipo; mas não é o que acontece. No entanto, dentro do que se propõe, a história cumpre muito bem o seu papel: com personagens que geram empatia, o filme prende do início ao fim. Digo "o filme" porque algumas coisas simplesmente funcionam melhor quando condensadas para 2 horas de efeitos visuais bem executados. Quando coisas assim são dispostas em livros, elas podem ficar um pouco chatas. No caso da obra de Andy Weir, por exemplo, rende vários trechos que podem ser facilmente pulados sem prejudicar a leitura.  


Sobre a colunista


Monalisa MarquesEspécime da safra de 89, é apaixonada por Dixit e faz inimigos quando joga War. Jornalista especializada em Marketing Digital, tem um blog xodó chamado Literasutra.


7 comentários:

  1. Oi flor.
    Estou curiosa com o filme e o livro!
    Estou esperando o meu exemplar chegar para começar a ler e só depois ver o filme, é uma pena que alguns momentos do livro possam passar batido e que o livro seja melhor em certos pontos. São casos raros esses. =)
    Adorei a resenha.

    Beijos
    http://aventurandosenoslivros.blogspot.com.br

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  2. Eu não vim de lá tá? kk Brinks
    Achei muito legal esse livro.

    Atenciosamente Um baixinho nos Livros.

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  3. eu não li o livro e confesso que ele não me atraiu muito mas gostei bastante da sua resenha e to curiosa pra assistir, confesso que adoro essas adaptações.

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  4. Olá, tudo bem?
    Eu tenho bastante vontade de ler o livro. E acabei de ver um mini vídeo (antes do vídeo do youtube rs) sobre o filme e fiquei bem curiosa. Acho que vou assistir e se gostar, compro o livro.
    Beijos <3

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  5. Olá!
    Estou com o livro encalhado na estante, mas depois que assisti ao trailer, fiquei com muita vontade de ler. Não vai dar tempo de ler antes de ver o filme, mas estou bem ansiosa para ambas as experiências haha

    Beijos
    http://www.breakingfree.blog.br/

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  6. Oláá
    Poxa, deve ser bem interessante para quem curte esse tipo de gênero, o que não é meu caso, mas já ouvi falar bem, sua resenha está ótima.

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  7. Mona lindona confesso que filmes livros em Marte Lua são temas que não me chama atenção de maneira alguma, é um dos poucos temas que evito, não sei alguns parecem tão surreal que perco o interesse. Por isso dessa vez vou deixar a dica passar. beijos

    Joyce
    www.livrosencantos.com

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

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Autora dos livros O Céu é Logo Ali, Mulheres Que Não Sabem Chorar e Desconectada. Em seus livros ela aborda temas como sexualidade, liberdade, amor, preconceito, homossexualidade, violência sexual e alcoolismo. A escritora mantém um blog literário e está sempre bem informada sobre questões sociais que acontecem em nosso país. É defensora da tese de que todos são diferentes e merecem ser tratados com equidade. Ela adora escrever sobre temas que incomodam e diz não ter medo do preconceito. Trabalha no movimento social e acredita que a educação é capaz de trazer mudanças significativas ao país.

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