AMPLITUDE
Tudo o que eu quero não me cabe aqui,
Ainda que no momento nem sei aonde ir.
Tudo que me foi negado é imensidão,
O propósito é conquistar, então.
Ainda que aos poucos, de modo regrado
Tá liberado se sentir cansado.
Não é máquina, não é IA
A humanidade às vezes consiste em pausar.
O importante, é ela estar aí:
A vontade de crescer,
O instinto de ir.
Tudo o que eu quero, não imagino o que é.
Mas nada me para:
Não me falta fé, meu nome é mulher.
Sobre a autora:
Sabrina
Almeida, 26 anos, é formada em Jornalismo, baiana, atualmente
morando em São Paulo. Escreve desde os 14 anos temáticas variadas que incluem
as vivências femininas, recortes sociais e o cotidiano.
(Texto selecionado para o projeto Leitura Feminista, iniciado em 2019, em parceria com o blog Barda Literária que este ano, no mês de março, apoiará poetisas)

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