Lançamentos - Editora Quatro Cantos‏




29 outubro 2013

"A menina que media as palavras", proporciona às crianças um contato maravilhoso (e relativamente raro) com a linguagem poética, através de um conteúdo que busca descobrir a razão do nome das coisas, partindo da discrepância entre o tamanho das coisas e o tamanho das palavras que as designam. Além disso, apresenta aos pequenos um olhar particular e surpreendente sobre aspectos biológicos da turminha que habita este livro singular, numa obra urdida com grande capricho e enorme sintonia entre texto e imagem, verdadeira tapeçaria de surpresas e encantos. A sonoridade poética de A menina que media as palavras cativa crianças em idade pré-escolar e crianças já alfabetizadas, atraídas também por seus jogos de sentido.





Em Ralf & Demi: uma história de duas metades, Felipe Schuery constrói uma deliciosa interação entre o menino Ralf, que só é capaz de fazer metade das coisas, e Demi, uma garota que só consegue fazer a outra metade. O que pode acontecer se essas duas “caras- -metades” se encontrarem? Será que juntos poderiam ficar completos? Afinal, somos mesmo todos assim, ninguém é bom em tudo. E será que se fôssemos, a vida seria assim tão interessante? É isso que os pequenos leitores poderão descobrir nessa deliciosa e bem-humorada obra, delicadamente ilustrada com as lindas aquarelas de Clara Gavilan. Ótima leitura para crianças em início de alfabetização e pré-escolares, em leitura compartilhada com os adultos, que certamente também vão se identificar e se apaixonar por essa simpática duplinha de almas gêmeas.

4 comentários:

  1. Muito bacana, a sinopse ja ne agradou ... super legal

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  2. oho que lindinho, gostei demais dessa nividade, lançamento fofo

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  3. Eu tenho uma priminha que está no pré-escolar, ela com certeza vai gostar de ouvir essas história :D

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  4. Acho que até eu vou gostar de ler esses dois livros, fiquei muito entusiasmada com eles!!

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

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