Resenha – O Menino Que Falava Com Cães




02 novembro 2016



O Menino Que Falava Com Cães, de Martin Mckenna, Editora: LeYa, 224 páginas, foi mais uma leitura rápida e de entretenimento.  

Os cães têm uma generosidade de espírito natural. Desde que eu conheci meus cachorros, eles davam tudo de si para mim — o dia todo, todo dia. Quando estava cercado por eles, eu podia ser eu mesmo, e eles generosamente me davam tudo que de melhor tinham para oferecer: carinho, atenção, proteção e sensação de pertencimento. Tudo isso em troca de quase nada.

Um clichê que não perde seu viés dramático e emocionante. Martin tem TDAH e vive todo aquele drama familiar e social, por conta disso, o menino resolve extravasar sua raiva de uma forma não aceitável socialmente. Ele resolve fugir de casa e formar a Gangue dos Cachorros Sujos, junto com os novos amigos que encontra pelo caminho: cachorros.

Olhei para a calçada, tentando desesperadamente conter as lágrimas. Se eu fosse um garoto normal, se não fosse tão burro, poderia estar ali com eles. Poderia ser tão feliz quanto eles pareciam naquele momento.

É possível que quem se identifique muito com cães, fiquei profundamente tocado com o enredo, a forma que Martin encontrou de se comunicar com os animais, como sua vida mudou. Martin encontra seu lugar no mundo de uma forma bonita e inusitada.

1 comentários:

  1. Já pensou, uma criança liderando uma gangue de cachorros? É incrível como os animais em geral podem ajudar em diversos tratamentos. Imagino que a leitura deve ser emocionante e com algumas lições que podemos pegar para nossa vida.
    Bjs

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