Escritor indígena - Daniel Munduruku




11 fevereiro 2016


Daniel é índio da nação Munduruku. Formado em Filosofia, é mestrando em Antropologia Social na Universidade de São Paulo. Foi professor da rede estadual e particular de ensino e atuou como educador social de rua pela Pastoral do Menor de São Paulo. Esteve na Europa diversas vezes como convidado em conferências sobre a cultura indígena e ministrando oficinas culturais. É professor da Fundação Peirópolis e autor de Meu avô Apolinário, Coisas de Índio, Histórias de Índio e O Banquete dos Deuses, entre outros. Coordena na Editora Fundação Peirópolis a Coleção Memórias Ancestrais, série de livros infantis que resgata mitos e lendas das diversas nações indígenas brasileiras.


Escritor indígena, graduado em Filosofia, tem licenciatura em História e Psicologia.   Doutor em Educação pela USP.
É pós-doutor em Literatura pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. Título obtido sob a orientação da Profa. Dra. Maria Silvia Cintra Martins.
Diretor presidente do Instituto UKA - Casa dos Saberes Ancestrais.
Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República desde 2008. Em 2013 recebeu a mesma honraria na categoria da Grã-Cruz, a mais importante honraria oficial a um cidadão brasileiro na área da cultura.
Membro Fundador da Academia de Letras de Lorena. 
Recebeu diversos prêmios no Brasil e Exterior entre eles o Prêmio Jabuti, Prêmio da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Érico Vanucci Mendes (outorgado pelo CNPq); Prêmio Tolerância (outorgado pela UNESCO). Muitos de seus livros receberam o selo Altamente Recomendável outorgado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).




Na juventude, vivemos mudanças físicas e emocionais que, muitas vezes, enchem nosso coração de aflições. É assim nos quatro cantos do planeta. Nas aldeias indígenas brasileiras, é costume que os curumins, garotos prestes a entrar na fase adulta, sejam introduzidos à “casa dos homens” por um rito de passagem que inaugura essa nova fase. Nessa época da vida, os jovens que vivem nas aldeias passam pelas mesmas aflições que qualquer jovem da cidade. Perguntam-se sobre que futuro os aguarda e o que a liberdade lhes reserva. O pajé e os velhos dizem-lhes que é preciso continuar acreditando na Tradição, em seus valores e na sua cultura. Mas, mesmo assim, eles vivem aqueles conflitos que angustiam as pessoas quando precisam optar entre dois ou mais amores na vida: Tradição ou modernidade? Pais ou amigos? Crescer ou permanecer criança? Qual a sua resposta? O que você diria a um jovem indígena que vive angústias semelhantes às suas?::Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infanto e Juvenil (FNLIJ) – 2003.


Ilustrado pelas crianças da aldeia Katõ, este livro traz mitos contados pelos velhos da aldeia – histórias que nos remetem a um tempo muito distante de nossos dias e que são contadas e recontadas às crianças indígenas como forma de despertar nelas o amor pela própria história e pelas lutas de seu povo. Tocam o fundo do coração e são uma excelente oportunidade de integração com o universo infanto-juvenil indígena e seus valores.

:: Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) 2001.

:: Programa Fome de Livros – 2004.

:: Programa Bibliotecas Comunitárias Ler é Preciso do Instituto Ecofuturo, da Cia Suzano de Papel e Celulose e da FNLIJ – 2004 e 2005.

:: Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) 2005.

:: Selecionado para o Programa Livro Aberto da Biblioteca Nacional – 2007.

:: Selecionado para o Programa Mais Cultura da Biblioteca Nacional – 2008.

:: Selecionado pela Unesco, CBL e Imprensa Oficial de São Paulo para o Guia de Leitura do IAB – Instituto Alfa e Beto (2010).



Parceria entre a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e o Instituto C&A, Nos caminhos da literatura traz o registro do seminário Prazer em Ler de Promoção da Leitura, realizado entre os dias 22 e 24 de agosto de 2007, em São Paulo. Voltado principalmente para professores das redes escolares pública e privada e educadores de ONGs, o evento reuniu 17 palestrantes do Brasil, Espanha, Argentina e Colômbia, entre escritores e especialistas na questão da leitura como criação, invenção e reinvenção do mundo e dos significados; leitura como capacidade de compreensão e expressão linguística e estética; e leitura como exercício de inserção do cidadão no mundo.

É a palavra desses palestrantes, reconhecidos em suas respectivas áreas de atuação, que o leitor encontrará neste volume. São eles: Teresa Colomer, Angela Lago, Graça Lima, Ana Maria Machado, Xosé Antonio Neira Cruz, Luiz Percival Leme Britto, Daniel Munduruku, Regina Zilberman, Marisa Lajolo, Silvia Castrillón, Cecília Bettolli, Bartolomeu Campos de Queirós, Marina Colasanti, Nilma Gonçalves Lacerda, Ricardo Azevedo, Nelly Novaes Coelho e Laura Sandroni.

:: Selecionado para o Programa Mais Cultura da Biblioteca Nacional – 2008.

:: Altamente Recomendável FNLIJ/2009 – categoria Livro Teórico.

Fonte: 


8 comentários:

  1. Nossa!
    Achei incrível. Estou querendo muito comprar o primeiro livro citado. Fiquei super curioso.
    http://nodivacomaspalavras.blogspot.com.br/

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  2. Oláá! Nossa quantos livros. E sobre a cultura indigena que não vemos muito, apenas nos livro escolares. Gostei muito do A serpente que roubaram a noite!!

    Beijão da Lari!
    Brilliant Diamond | Fan Page

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  3. Até então eu nunca tinha sequer ouvido falar no Daniel Munduruku (fiz questão de escrever o sobrenome, porque assim eu gravo mais facilmente). É por isso que gosto tanto do Poesia na Alma! É bem nítida a preocupação que se tem de fazer um trabalho bem feito aqui, saindo do óbvio e mostrando toda a diversidade que existe no mundo.
    Conheci a Peirópolis há pouquíssimo tempo, e ainda estou na fase de encantamento pelas publicações. Os livros do Daniel, principalmente o primeiro, já estão na minha lista de leituras.
    Beijo grande!

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  4. Oiii, tudo bem?
    Eu nunca tinha escutado ou lido algo deste autor e isso me deixou bem contente, por ter a oportunidade de conhecer alguém que escrevesse livros assim! Gostei bastante das suas obras e as leria com toda certeza!
    Beijão

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  5. Oiiie
    Nossa, que interessante saber mais sobre um escritor indígena, parecem livros mega interessantes e fiquei bem curiosa

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  6. Bom dia,

    Não conhecia o autor e nem suas obras, mas achei bem interessante, fiquei feliz com a notícia, pois com certeza livros com origens indígenas deve ser bem diferente.......bjs.


    devoradordeletras.blogspot.com.br

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  7. Oiee,
    Achei incrível o autor e super diferente, pelo menos para mim.

    Abraços!
    http://lendocomobiel.blogspot.com.br/

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  8. Oi, tudo bem?
    Sem dúvidas um homem notável! Fiquei feliz em conhecê-lo!
    Se tiver oportunidade irei ler os livros dele!
    Bjs

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

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