Header Ads

Resenha – Culinária, História, Tradição e Religião





Em seu livro Cozinha Judaica – 5.000 anos de história e gastronomia, lançado pelo Grupo Editorial Record, Marcia Algranti presenteia o leitor com várias receitas que para além de satisfazer o paladar, estão carregadas da história e cultura judaica.  

Eu que muito aprecio conhecer a história e cultura, acredito que a única forma de ler adequadamente um livro de receita é testando, fazendo a alquimia na cozinha e deixando que os ingredientes conversem com você, neste caso, também conversamos com Deus, nutrimos o espírito.

A verdade é que toda cozinha possui uma história para ser contada, e o que este livro se propõe, até certo ponto, é relatar um pouco da história de um povo, sua visão do mundo intimamente ligada a um conjunto de tradições, contraídas no decorrer de séculos e que resultou em hábitos alimentares muito próprios, com receitas culinárias que passaram de geração para geração.

O fato é que meu diálogo com este livro vai durar por muito tempo, primeiro, por ser inviável fazer todas as receitas tão rápido, segundo, cozinha é, além de tudo, paciência e história. Das poucas receitas que testei, mergulhei em suas histórias, percebi que ainda havia uma infinidade de conhecimentos por traz do que poderia ser um simples alimento ou do que é uma herança milenar de afeto e cuidado de um povo.  

Me pareceu, portanto, impossível desvincular a obra de Algranti ao conceito de poesia e alquimia, de que pessoas se tornam imortais por passarem de geração em geração a alma judaica.

7 comentários:

  1. gastronomia + história? que perfeito! a gastronomia em si já é uma porta incrível de cultura, esse livro deve ser pura riqueza.

    ResponderExcluir
  2. Tudo bem?!
    Adoro gastronomia (como esporte), cozinho mais quando meu pai vem aqui. No dia a dia, atualmente quem cozinha é meu marido quem faz a maioria das refeições.

    Mas me interesso bem pelo assunto e adoro história.

    Tudo é muito cultural se parar para analisar.
    Não indo tão longe. Eu que sou do RJ cozinho e faço alguns alimentos de um determinado jeito, enquanto os parentes do meu marido, faz em diferente, eles são de Anápolis, Goiás.

    Assunto interessante o do seu post.

    Beijos.

    ResponderExcluir
  3. Adoro livros que abordam cultura, sempre aprendo muito e muitas vezes me apaixono por algo que não imaginava.
    Não conhecia o livro, mas achei bem interessante a proposta. Não conheço nada de cultura judaica, seria uma ótima oportunidade para conhecer.
    Beijos!

    ResponderExcluir
  4. Oiieee

    Não sou boa cozinheira....confesso que tento e tento mas me falta essa paciência e essa arte que sie que se aperfeiçoa com o tempo, quem sabe futuramente. Sou judia messianica, a algumas coisinhas eu faço como o pão Challah nas noites que iniciam o Shabbat, mas ainda me falta muito por aprender em culinária, de todos os tipos e culturas aliás...

    Beijos

    www.derepentenoultimolivro.com

    ResponderExcluir
  5. Olá!
    Gosto muito de livros em que posso aprender a respeito de uma nova cultura e esse eu ainda não conhecia. Não costumo ler livros de receitas, a não ser pra procurar algo específico para cozinhar, ainda que a culinária não seja o meu ponto forte.
    Gostei muito da dica e espero ter a oportunidade de lê-lo algum dia e saber mais da cozinha judaica.
    Bjs.

    ResponderExcluir
  6. Olá,
    Eu realmente não entendo nada de culinária, do tipo faço o suficiente para sobreviver, então de verdade ja vi poucos livros de cozinha. Achei o tema legal, deve ter poucos assim específicos.

    Debyh
    Eu Insisto

    ResponderExcluir
  7. Eu também gosto muito de conhecer outras culturas e adorei a proposta desse livro. Eu amo cozinhar e testar receitas, ainda mais quando posso conhecer a culinária de um outro país ou região. Não conhecia o livro e já gostei muito dele.

    ResponderExcluir

O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

@Poesianaalma