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Conheça a Editora Dublinense

 


A EDITORA

 

Fundada em 2009, a Dublinense nasceu com o objetivo de se permitir experimentar e navegar nos diversos gêneros. Depois de diversas experiências, a editora atualmente se concentra na ficção e não ficção literárias, além de manter uma linha de publicações sobre psicanálise.

 

Gostamos de publicar títulos que nos permitam pensar sobre as questões que nos são caras e abordar temáticas do nosso tempo através da literatura de diferentes partes do mundo.


 

NÃO EDITORA

 

Na verdade, a Dublinense nasceu da Não. Ou melhor: dos nãos que a Não Editora precisava dar para originais incríveis, mas que que não se encaixavam na proposta de publicar autores nacionais com pegada experimental, que viajam em misturas das culturas erudita e pop ou que subvertem estilos literários (e que lançou nomes como Carol Bensimon, Samir Machado de Machado, Antônio Xerxenesky, e por aí vai). Enfim, literatura brasileira não-convencional. Daí o cachimbo, da obra de Magritte. E da ideia de publicar livros com temáticas e nacionalidades mais amplas, veio a Dublinense, que acabou se tornando nossa marca principal, dentro do objetivo de atingir a maior pluralidade literária, com maior qualidade.

 

Atualmente, portanto, a Não Editora é o nosso selo editorial dedicado à literatura brasileira. Mas não qualquer literatura brasileira. Queremos lançar obras que não sigam os padrões editoriais do mercado brasileiro e colocar nas estantes livros que você quer ler, mas ainda não sabe disso. 


LANÇAMENTOS



Ponto cardeal

Dentro de seu carro, num estacionamento, Mathilda retira com cuidado a maquiagem do rosto, o vestido apertado, o sapato de salto altíssimo. Veste um abrigo de ginástica e então já não é Mathilda, mas Laurent, marido de Solange e pai de dois filhos. Quando percebe que incorporar uma persona feminina uma vez por semana já não é mais o suficiente, decide completar a transição. E abrir o jogo para a esposa e os filhos é só o começo dessa busca por sua verdade interior.


Amores

Interior da França, 1908. Victoire é a infeliz esposa de Anselme de Boisvaillant, jovem e ambicioso tabelião que não suporta se aproximar dela. Assim, entre as paredes da luxuosa residência, a vida passa confortavelmente vazia. Tudo muda quando Céleste, a criada de dezessete anos, engravida. Victoire presume que o pai seja Anselme e, determinada, reivindica o bebê para criá-lo como seu filho. A criança acaba por aproximar as duas mulheres, que percebem terem muito mais em comum que o asco pelo homem que as invade sem permissão.

Com uma escrita elegante e sedutora, Léonor de Récondo conduz o leitor a uma França do início do século 20, onde as barreiras sociais parecem intransponíveis. Amores é um romance comovente e delicado sobre a descoberta do amor em todas as suas formas, e um hino estrondoso às mulheres e à feminilidade.




Kit com os três livros da autora nigeriana Buchi Emecheta, As alegrias da maternidade, Cidadã de segunda classe e No fundo do poço e uma ecobag exclusiva em algodão cru com uma estampa em homenagem à autora.


Em As alegrais da maternidade, Nnu Ego, filha de um grande líder africano, é enviada como esposa para um homem na capital da Nigéria. Determinada a realizar o sonho de ser mãe e, assim, tornar-se uma “mulher completa”, submete-se a condições de vida precárias e enfrenta praticamente sozinha a tarefa de educar e sustentar os filhos. Entre a lavoura e a cidade, entre as tradições dos igbos e a influência dos colonizadores, ela luta pela integridade da família e pela manutenção dos valores de seu povo.


“Eu amo esse livro por sua vivaz inteligência e por um certo tipo de compreensão honesta, viva e íntima da classe trabalhadora na Nigéria colonial.”

— Chimamanda Adichie


Cidadã de segunda classe tem início na Nigéria dos anos 60, quando Adah precisa lutar contra todo tipo de opressão cultural que recai sobre as mulheres. Nesse cenário, a estratégia para conquistar uma vida mais independente para si e seus filhos é a imigração para Londres. O que ela não esperava era encontrar, em um país visto por muitos nigerianos como uma espécie de terra prometida, novos obstáculos tão desafiadores quanto os da terra natal. Além do racismo e da xenofobia que Adah até então não sabia existir, ela se depara com uma recepção nada acolhedora de seus próprios compatriotas, enfrenta a dominação do marido e a violência doméstica e aprende que, dos cidadãos de segunda classe, espera-se apenas submissão.


“A prosa de Emecheta tem o brilho da originalidade, da língua sendo reinventada… Questões de sobrevivência estão no âmago de seu trabalho e dão peso às suas histórias.”

— John Updike


Em No fundo do poço, Adah, a mesma protagonista de Cidadã de segunda classe, tem que criar e sustentar sozinha os cinco filhos, vivendo no subúrbio de Londres, em um lugar que ela chama de “o fundo do poço”. Tentando manter seu trabalho diário e suas aulas noturnas em busca de um diploma, ela se vê às voltas com o serviço de assistência social, que lhes classifica como “família-problema”. É onde Adah encontra uma causa comum com seus vizinhos brancos da classe trabalhadora e sua luta contra um sistema social que parece destinado a oprimir todas as mulheres.


“Emecheta escreve com sutileza, poder e compaixão abundante.”

— The New York Times


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6 comentários:

  1. Ai, eu adoro o trabalho da Dublinense, eu tenho um livro deles que ainda não li, que é da Polesso, e morro de vontade de ler os livros da Buchi que eles trouxeram pra cá, todo mundo que lê ama! E eu acho que essa editora tem um cuidado tão bonito na escolha das obras e no trabalho com elas que dá vontade de sair comprando tudo né hahahahhaha
    Adorei saber mais sobre a editora, só aumentou a vontade de ler tudo!!

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  2. Nossa, como eu não conhecia essa editora antes? Eu simplesmente amei a sinopse de Ponto Cardeal e Amores! Já quero muito ambos os livros na minha estante. Fiquei muito feliz em ter contato com seu post e espero que mais pessoas possam conhecer o trabalho incrível que a editora faz.

    www.sonhandoatravesdepalavras.com.br

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  3. Olá,
    Nossa que conceito diferente, não conhecia a editora. Gostei bastante das capas e principalmente da sinopse de Amores. Achei interessante a trama gosto de ler dramas.

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

@Poesianaalma