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Dez livros que tornaram 2017 um ano melhor



Não sei quanto a vocês, mas 2017 foi um ano ‘daqueles’. E entre dificuldades, apertos e desespero, nada como os livros para amenizar. E era o que eu fazia, quanto mais a coisa apertava, mais eu lia. Também tomava vinho, ria com amigos, namorava, etc. Não tenho, entretanto, a pretensão de fazer uma lista dos melhores livros do ano, segundo minha opinião e que outras opiniões discordariam prontamente. Esta lista pretende exatamente o que diz o título, os livros que tornaram 2017 um ano melhor para mim, afinal, “É melhor ser alegres que ser triste. Alegria é a melhor coisa que existe. É assim como a luz no coração...”. Não significa que os livros sejam alegres ou que me fizeram ficar num estado de abitolamento, pelo contrário, alguns desses livros são cruéis, tristes, melancólicos. O que fez com que essas obras melhorassem meu ano é bastante pessoal, mas se isso te causa curiosidade, leia... e um ótimo 2018.


Da Poesia


Sinopse: A intensa e prolífica atividade literária de Hilda Hilst se desdobrou em livros de ficção e em peças de teatro, mas foi na poesia que ela deu início e fim à sua carreira. Ao longo de 45 anos, entre 1950 e 1995, a poeta publicou em pequenas tiragens graças ao entusiasmo de editoras independentes com destaque para Massao Ohno, seu amigo e principal divulgador. No início dos anos 2000, os títulos de Hilda passaram a ser publicados pela Globo, editora com ampla distribuição. Nessa época, a sua escrita, até então considerada marginal e hermética, começou a receber o interesse de uma legião de leitores e estudiosos. Agora, a Companhia das Letras reúne, pela primeira vez, toda a lavra poética da autora de Bufólicas em um só livro, que inclui, além de mais de 20 títulos, uma seção de inéditos e fortuna crítica. O material contém posfácio de Victor Heringer, carta de Caio Fernando Abreu para Hilda, dois trechos de Lygia Fagundes Telles sobre a amiga e uma entrevista cedida a Vilma Arêas, publicada no Jornal do Brasil em 1989. A poesia de Hilda que ganha forma em cantigas, baladas, sonetos e poemas de verso livre explora a morte, a solidão, o amor erótico, a loucura e o misticismo. Ao fundir o sagrado e o profano, a poeta se firmou como uma das vozes mais transgressoras da literatura brasileira do século XX.”


Recentemente, a Editora Companhia das Letras, ao publicar Da Poesia, de Hilda Hilst, dá a autora o devido crédito, quase uma sensação de ‘descanse em paz’. Revivendo-a. Imortalizando-a. Também dá ao leitor a possibilidade de render-se àquela que por anos ficou conhecida como a maldita, resignada ao ostracismo. Resenha aqui

Pssica




“Sinopse: Uma adolescente é raptada no centro de Belém do Pará e vendida como escrava branca para casas de show e prostituição em Caiena. Um imigrante angolano vai parar em Curralinho, no Marajó, onde monta uma pequena mercearia, que é atacada por ratos d'água (ladrões que roubam mercadorias das embarcações, os piratas da Amazônia) e, em seguida, entra em uma busca frenética para vingar a esposa assassinada. Entre os assaltantes está um garoto que logo assumirá a chefia do grupo. Esses três personagens se encontram em Breves, outra cidade do Marajó, e depois voltam a estar próximos em Caiena, capital da Guiana Francesa, em uma vertiginosa jornada de sexo, roubo, garimpo, drogas e assassinatos.”


Edyr Augusto, apesar de pouco conhecido no Brasil, é um autor premiado internacionalmente, esquecendo por um momento a discrepância, ir fundo nas linhas de Pssica, Boitempo Editorial, 92 páginas, nos faz entender o motivo do justo Prêmio Caméléon 2015, em Lyon, França. Resenha aqui



Antologia da poesia erótica brasileira




Sinopse: Esta "Antologia da Poesia Erótica Brasileira" vem apresentar ao leitor as principais figuras de pensamento e formas de criação que compõem nossa lírica erótica desde o século XVII até os dias de hoje. Figuram nela poetas de épocas, estéticas e contextos bastante diversos - de Gregório de Matos a Hilda Hilst, de Gonçalves Dias a Carlos Drummond de Andrade, de Álvares de Azevedo a Ana Cristina César, de Olavo Bilac a Ferreira Gullar, entre muitos outros - cujos versos se alternam entre a sensualidade meramente alusiva e a obscenidade mais provocante. Lado a lado, eles se reúnem aqui para dar voz a um excesso que é, antes de tudo, o da imaginação.”


Por um mundo mais erótico. Simples assim. Este livro ainda não fiz resenha, como tenho um projeto para este ano, achei pertinente esperar, então, reler e me deliciar mais uma vez, o que é maravilhoso. 

O Conto da Aia




Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.”


A Conto da Aia não está longe da realidade em que vivemos, a diferença é que vivenciamos a perseguição a determinados grupos, e no livro todos são atingidos pelo ódio do fundamentalismo cristão e regime totalitário. E infelizmente seguimos para esse caminho, ‘mitos’ que representam a extrema direita ou Neonazismo, o fundamentalismo cristão em forma de partidos políticos, a mídia alienadora forma a mistura venenosa de uma realidade muito próxima. Resenha aqui

Fabián e o Caos




"Sinopse: Em um momento de turbulência política em Cuba, o acaso une dois rapazes que aparentemente não tem nada em comum. Pedro Juan é um hedonista sedutor e insolente que leva uma vida caótica. Fabián, ao contrário, é um pianista recluso, frágil, medroso e homossexual. Apesar das diferenças, ambos possuem condutas que não se ajustam aos princípios ideológicos do novo governo cubano. Anos mais tarde, seus caminhos voltam a se cruzar quando os dois são conduzidos a uma fábrica de enlatados onde trabalham os párias da sociedade revolucionária. Uma amizade improvável surge entre eles, mas a forma como cada um irá encarar essa situação hostil fará com que suas vidas tomem rumos opostos."


Pedro Juan Gutiérrez esclarece que esse é um romance autobiográfico e que Pedro Juan é seu alter ego e Fábio um amigo íntimo, da adolescência, que detestava os pais e tinha obsessão pela música, o piano. O autor não poupa esforços em fazer com que a leitura seja um processo de imersão no que seria a caixa de pandora dos primeiros anos da revolução. resenha aqui

Ofício de escrever



Sinopse: Leitor obstinado e escritor prolífico, Frei Betto chega ao seu sexagésimo livro. Não à toa ele se dedica, nesta obra que marca um feito tão notável, justamente ao ato de escrever, para ele uma verdadeira missão. Em Ofício de escrever, Frei Betto discorre sobre seus hábitos, técnicas e os pequenos macetes que adquiriu com a experiência, oferecendo dicas preciosas para estudantes, professores e aspirantes a escritor. Mas sua análise não se restringe à sua própria obra. Ele também examina os processos criativos e a técnica de autores diversos, como William Shakespeare, Miguel de Cervantes, Tomasi di Lamepdusa, Antoine de Saint-Exupéry, T.S. Eliot e os mineiros Bartolomeu Campos de Queirós e Adélia Prado, entre outros, prestando uma verdadeira homenagem a seus escritores favoritos e à literatura.”


Aquele que produz arte não tem obrigações, mas se vê no interminável estado caótico da criação. Deus criou o mundo em seis dias, no sétimo, contemplou, tal qual acontece, tão inconstante, incoerente, horizontal e contemplativa com quem se desnuda no oficio da escrita. Frei Betto também reconhece o poder da literatura, da leitura e do leitor como mantenedores da arte, de perpetuar a literatura, e a apropriação da obra pelo leitor. Este é sem dúvidas um livro para escritores, mas, principalmente, para quem dialoga com a arte pelo espírito. resenha aqui

A Hora de Alimentar Serpentes


Sinopse: Tendo publicado anteriormente vários livros de minicontos, Marina volta ao gênero com este livro que reúne 206 contos. Embora pertencendo à literatura fantástica, os relatos ignoram fronteiras e se lançam com a mesma intimidade dentro e fora da realidade guiados pelo olhar irreverente e crítico da autora.
Ironia e doçura constroem personagens que, por mais imprevisíveis ou erráticos, nos soam admiravelmente familiares. Nesta obra o leitor encontrará formas diversas – o roteiro, a história em quadrinhos – usadas não só para dar suporte ao olhar diversificado da autora, mas para remeter à multiplicidade do nosso tempo.”

A hora de alimentar serpentes não é um convite à reflexão, é a sedução para produzir pensamentos.  É o reencontrar-se com o inusitado sem a intervenção de uma divindade única de certo ou errado. Uma caixa mítica da vida como ela é, satirizando a humanidade que esquece sua essência e fragmenta-se. (resenha)


Vozes Guardadas


Sinopse: Neste volume, a multiartista Elisa Lucinda reúne em dois livros – Jardim das cartas e O livro do desejo – poemas escritos nos últimos onze anos em que ficou sem publicar poesia. Com a delicadeza, a sensualidade, a inteligência e o humor que marcam a sua criação artística, os versos deste Vozes guardadas revelam amores contidos e outros obscenos, um mundo vasto de espantos, lágrimas, risos e paixões. Ao entregar ao público mais uma leva das “multidões de vozes” que a habitam, a poeta se despede dessas vozes guardadas para dividi-las com todos, fazendo delas nossas próprias vozes. Penetrar no universo dos poemas de Elisa Lucinda exige estancar o tempo e a correria da vida: um delicioso e irrecusável convite.”

Vozes Guardadas, de Elisa Lucinda, Editora Record, 515 páginas, é a materialização de dois livros: Jardim de Cartas e O livro dos desejos. A autora dedica sua poesia à experiência, de modo que ‘estranhos’, em sua poética, se tornam nossos conhecidos. Não convivi com Moarci Tabasnik, mas senti uma forte aproximação, pois, tal como ele, poderia a morte ter levado alguém próximo a mim e que também se importa com a humanidade. (resenha)


O livro das Semelhanças



Sinopse: O livro das semelhanças, obra de uma das mais aclamadas poetas brasileiras contemporâneas, é um acontecimento raro em nossa cena literária A mineira Ana Martins Marques se mostra, em seu terceiro livro, como um dos grandes valores da poesia brasileira. Seus versos comunicam e são certeiros, a nota lírica vem sempre acompanhada de uma visão irônica — e delicada — da realidade. Dividido em quatro seções, O livro das semelhanças desperta o leitor para o prazer iluminador e sensível de uma voz forte e original. Do amor à percepção de que há um espaço para o lugar-comum, do entendimento da precariedade do nosso tempo à graça proporcionada pela memória: eis uma poeta que nos fala diretamente. Ou, como diz em um de seus versos: “Ainda que não te fossem dedicadas / todas as palavras nos livros / pareciam escritas para você”.”

A partir de uma visão sistêmica, O Livro das Semelhanças pulsa o primitivo por meio de movimentos onde o verbo está ligado a uma experiência estética que coloca o homem e a realidade num exercício físico de corpo, alma e self. (resenha)


Vermelho Amargo



Sinopse: As marcas da infância permanecem no adulto e podem iluminar sua vida ou ser um fardo pesado de conviver. Em Vermelho amargo, prosa poética de cunho autobiográfico, o escritor Bartolomeu Campos de Queirós narra as difíceis memórias afetivas de sua dolorosa infância. Ele, muito cedo, teve que aprender a lidar com a madrasta enquanto ainda sofria com a morte prematura da mãe. “Havia na cidade a madrasta, a faca, o tomate e o fantasma. A mãe morta ressuscitava das louças, das flores, dos armários, das cadeiras, das panelas, das manchas dos retratos retirados das paredes, das gargantas das galinhas.”
O escritor revisita, em sua narrativa memorialista, não só seus sentimentos e suas atitudes, mas também dos cinco irmãos, do pai e da madrasta. A mãe, sem dúvida, é a presença mais constante no texto. De extrema delicadeza, contrapõe-se à figura nada terna da madrasta. O romance foi vencedor in memoriam da categoria Melhor Livro do Ano do Prêmio São Paulo de Literatura 2012, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Um livro curto, mas denso para ler com o coração. Como o próprio autor coloca na epígrafe: Foi preciso deitar o vermelho sobre papel branco para bem aliviar o seu amargor.”


Vermelho Amargo é um livro curto e de grande sensibilidade, pois o impacto da finitude é tratada de maneira poética e singular, a morte pela dor de uma criança torna-se beleza na voz de Bartolomeu Campos de Queirós. Resenha aqui

27 comentários:

  1. Quero e pretendo iniciar a leitura de O Conto da Aia esse ano.
    Eu assisti as séries adaptadas da autora (principalmente ALias Grace) e agora quero dar uma chance para os livros e mais histórias da Margareth <3

    Beijos
    Feliz Ano Novo

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    1. O conto da Aia é um livro assustador, por pensar em tal realidade e uma leitura necessária.

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  2. Oii, tudo bem?
    Realmente 2017 foi um ano daqueles que te atropela rsrs, mas 2018 já ta ai e ele promete ser melhor e mais produtivo. Dos livros que você citou acima eu só conheço o Conto da Aia, mas o Pssica me chamou a atenção por se tratar de um tema que não é muito abordado.

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    1. Acredito que 2018 pode ser melhor ^^
      Pssica foi uma leitura forte, surpreendente e necessária, depois me diz o que achou

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  3. Olá adorei saber um pouco do seu 2017, confesso que foi um ano intenso pra mim, muitas coisas aconteceram, queria ter lido mais, adorei os livros que você citou, um beijo!

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    1. 2017 não foi brincadeira, mas sempre tem coisas boas também, né?! Obrigada por aparecer.

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  4. Olá, tudo bem? Que legal, adorei saber os livros que tornaram teu 2017 melhor! Não conhecia quase nenhuma das obras citadas, mas adorei conhecer e fiquei curiosa pra ler algumas. Ótimo post!

    Beijos,
    https://duaslivreiras.blogspot.com.br/

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  5. Oi, tudo bem?
    2017 foi um ano barra pesada mesmo, pelo menos temos os livros para nos acompanhar, né? Não conhecia a maioria dessa lista, somente ouvi falar do Conto da Aia, por conta da série. Adorei saber um pouco mais sobre cada um deles.
    Até mais o/

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  6. OI!
    Infelizmente não li nenhum dos que você indicou, mas quero muito ler o conto da Aia porque vários youtubers que sigo indicaram a série como a melhor de 2017, então imagino que o livro seja tão incrível (ou mais) quanto a adaptação

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    1. Que bacana, depois me diz o que achou, tanto a série quanto o livro são maravilhosos.

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  7. 2017 também foi um ano com algumas dificuldades para mim, mas tive boas leituras. Da sua lista, me interesso muito por O Conto da Aia, tenho visto opiniões bem positivas e espero poder ler agora em 2018.

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  8. Iniciei a leitura de O Conto da Aia. Era pra eu ter lido ano passado, mas acabei adiando. Vou anotar as tuas dicas. São livros que a gente não ver muito nos blog literários. Acho ótimo quando encontro livros que estão fora das listas de best seller.

    Beijos

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  9. Adorei sua lista e saber um pouco do que você achou das obras.
    A única que conheço é O conto da Aia, tenho muita curiosidade para ler.
    Fiquei muito curiosa com o livro pssica, parece ser ótimo!
    Beijos ❤

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  10. Olá!
    A leitura tem poder de transformar nossas vidas ne?!
    Vejo tanto falar sobre O Conto da Aia que fico curiosa com esse enredo repleto de intensidade.
    Vou colocar na minha lista de indicações.
    Beijos!

    Camila de Moraes.

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  11. Eu realmente não fiz o levantamento de livros que mexeram pra valer comigo em 2017, mas sei que por nossos gostos serem diferentes nossas listas nunca bateriam. De qualquer forma espero que 2018 tenha ótimas leituras.

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  12. Parabéns pelo post.
    Eu não conheço nenhum desses livros, mas fiquei mui afim de ler os livros da semelhanças.
    Abraços!

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  13. Oie
    uau quanto livro diferente, meu deus shuahsa parabéns pelas leituras tão inteligentes e diferentes, Pssica parece ser muito interessante entao com certeza vou ler em breve, nao conhecia ainda mas depois do que vc falou quero para ja

    beijos
    http://www.prismaliterario.com.br/

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  14. Oi, tudo bem?
    Sua lista realmente é top demais! Quanto livro bom!
    Não sei se conseguiria definir o meu ano em apenas 10 livros, tenho um apego muito grande por todos eles!!

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  15. Oi, Lilian!
    Tudo bem? Adoro quando o ano acaba e fazemos essa retrospectiva de tudo que nos marcou, incluindo as leituras.
    Da sua lista, eu só li O conto da aia e ele entrou nos meus favoritos de 2017. Aliás, foi um livro que me impactou tanto que ainda não consegui escrever a resenha, pela dificuldade de colocar em palavras tudo que senti enquanto lia. Mas, em 2018, quero falar sobre ele.
    Achei muito legal, ao invés de você falar sobre os melhores livros (algo que é relativo mesmo), mas daqueles que foram especiais para você. Espero que 2018 seja um ano com menos dificuldades, mas que também te proporcione leituras maravilhosas.
    Beijos!

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  16. Olá, tudo bem?
    Confesso que fiquei com invejinha da sua lista haha esse ano não consegui ler muito, infelizmente. Vou tentar ler mais em 2018 e fiquei feliz em selecionar alguns da sua lista, em especial Os contos de Aia, que tá todo mundo falando suuuper bem.
    Beijos <3

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  17. Oiii!

    Eu adorei sua lisitinha, mas confesso que não li nenhum desses e até tô me sentindo mal. Já deixei anotado para proxima ida até a livraria <3

    Beijinhos,

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  18. eu também sou assim, quanto mais a situação fica grave mais eu leio, é meu refúgio
    não li nenhum dessa lista mas gostei demais das sinopses e sem duvida esse post vai ficar salvo pra quando eu precisar de novas leituras

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  19. Olá, tudo bem?
    Para mim 2017 foi um ano bizarro, sendo bem sincera. Eu fiz muitas leituras, mas fui muito mais criteriosa esse ano. Eu esperei mais dos livros e não tive dificuldade em montar os melhores do ano. O único da sua lista que quero ler é O Conto da Aia e achei muito legal tê-lo visto aqui.
    Beijos

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  20. Olá, tudo bem? Realmente, melhores livros é tão relativo né? Gostei da listagem que fez e com certeza darei uma olhada em alguns. Livros que nos modificam, nos melhoram, nos mudam sempre são bem vindos e sempre nos marcam. Adorei!
    Beijos,
    diariasleituras.blogspot.com.br

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  21. Olá!
    Que listinha boa essa! Bom, mas o que de fato me fez ansiar pra ler foi O Conto da Aia, estou curiosa e louca pra chorar, surtar, enraivecer... rsrs
    Feliz Ano Novo!
    Nizete
    Cia do Leitor

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  22. Olá adoro retrospectivas...você leu ótimos livros em 2017!
    Espero que esse ano você tenha ainda mais leituras maravilhosas.

    Abraços

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  23. Temos os gostos bem diferentes, mas é bom saber quais livros você mais gostou neste último ano, terei mais opções para indicar agora.

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O Poesia na Alma pertence ao universo da literatura livre, como um bicho solto, sem dono e nem freios. Escandalosamente poéticos, a literatura é o ar que enche nossos pulmões, cumprindo mais que uma função social e de empoderamento; fazendo rebuliço celular e sexo com a linguagem.

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